Na presidência da AL Alceu Barbosa manifesta apoio a servidores do Daer

Em audiência na Sala da Presidência da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul (ALRS), nesta quinta-feira (31), o deputado Alceu Barbosa (PDT), presidente em exercício, recebeu lideranças e funcionários do Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (DAER). Eles foram à presidência agradecer aos pronunciamentos feitos por Alceu Barbosa que destacou a capacitação do órgão para administrar os pedágios comunitários, que tem boas possibilidades de sucederem ao modelo instalado no Estado.

O grupo de servidores foi liderado no encontro, pelo presidente da Sociedade dos Engenheiros Civis do Daer (Secdaer), Laércio Toralles, e pelo vice- presidente, Ricardo Von Muhlen. Em especial, ele agradeceu pelo apoio manifestado por Alceu Barbosa em entrevista concedida a André Machado, a Rádio Gaúcha, onde destacou a necessidade de se revitalizar e prestigiar o DAER. Foram apresentadas ao Deputado propostas por estruturação, condições de trabalho e diretrizes na condução da política rodoviária do Estado também são apresentadas pela Sociedade dos Técnicos Universitários do Daer (Sudaer).

foto: Vinicius Reis

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Pedágio comunitário é melhor e mais barato do que o privado

Em aparte no Grande Expediente proposto pelo deputado João Fischer (PP), o Deputado Alceu Barbosa Velho (PDT), 2º vice- presidente da Assembleia Legislativa, voltou a abordar a questão dos pedágios no Rio Grande do Sul referindo-se “aos já 14 anos de pedágio e que felizmente terminam no ano que vem! – que tantos transtornos causaram aos usuários de rodovias”. Disse o Deputado que o pedágio privado ” está muito pior do que o pedágio comunitário, que ainda é o melhor modelo. Não podemos desqualificar o pedágio comunitário por causa de alguns problemas, porque está claro que, quando ele funcionou sob os cuidados dos Coredes (Conselhos Regionais de Desenvolvimento), no tempo do Governador Alceu Collares, ele foi muito bem”. Alceu exemplificou que “quando uma mãe dá banho na bacia a uma criança, ela joga fora a água suja e não a criança. É o que devemos fazer, jogar fora o que não presta. Porque já apresentou alguns problemas, não significa que o pedágio comunitário é ruim. Temos que fazer uma assepsia e os Coredes devem assumir a sua administração. Entre os pedágios comunitários e os privados, tenho a certeza de que os melhores são os comunitários, inclusive porque,por eles, pagamos menos, inclusive”.

Alceu: sociedade precisa ser ouvida sobre os pedágios

Foto: Cláudio Ribeiro

A reunião do Comitê Gaúcho de Controle Social culminou com o deslocamento dos participantes ao Palácio Piratini onde foram manifestar o desejo de que a sociedade seja ouvida pelo Governo do Estado sobre o novo modelo de pedágios a ser instalado no Rio Grande do Sul com o vencimento – não estão previstas prorrogações dos polos- dos atuais contratos em 2013. O grupo, com a coordenação da Frente Parlamentar Contra a Prorrogação de Pedágios, foi recebido por João Victor Domingues, Assessor Superior do Palácio Piratini. Domingues acertou uma nova reunião na quarta-feira, às 10h, na Casa Civil, para ouvir as propostas do Comitê a quem recomendou que apresente as suas principais reivindicações. O Assessor anunciou ainda que até agosto o Piratini quer concluir o diagnóstico sobre os pedágios e apresentar uma proposta quanto ao novo modelo. O Deputado Estadual Alceu Barbosa Velho (PDT) participou da audiência no Piratini. No Espaço de Convergência do Fórum Democrático, da Assembleia Legislativa, durante a reunião Comitê, Alceu disse que nenhuma hipótese pode ser cogitada senão o fim do atual modelo de pedágios. Lembrou: “parece mentira, mas estamos há 14 anos lidando com a questão. Tudo começou a partir de uma moção que fiz na Câmara de Vereadores de Caxias repudiando a cobrança a partir da praça de Farroupilha”. Para Alceu “felizmente, o primeiro contrato vai terminar em fevereiro de 2013, que é o do Polo Carazinho”. O fundador da Associação dos Usuários de Rodovias Concedidas-Polo de Caxias do Sul (ASSURCON/SERRA), disse que é definitivo e os contratos não prevêem a prorrogação dos polos”. Não entende como um “governo democrático e popular pode entrar nesta de pedir uma proposta às concessionárias que,inclusive, alegam hipoteticamente prejuízos astronômicos”. Sustentou que o melhor modelo de pedágio é o comunitário, com a administração dos Conselhos Estaduais de Desenvolvimento Regional (COREDES), que tem competência e estrutura para isso. A reunião, com a presença da Frente Parlamentar Contra os Pedágios, prefeitos, vereadores, SETCEGS, OAB-RS, Fórum de Coredes, sindicatos, consultores de transporte e entidades, começou com o pronunciamento do ex-Ministro dos Transportes, Cloraldino Severo. Ele afirmou que é preciso estudar as condições individuais de cada rodovia para implantar pedágios e o Estado precisa “se comportar como Estado ouvindo a todos, até o diabo se for o caso, mas ouvindo sociedade.” Disse ter totalmente contrário à renovação dos contratos de pedágio e que estranha eu o governo ainda se preste a ouvir propostas das atuais concessionárias. Pelo menos doze entidades se inscreveram para falar durante a reunião e as manifestações foram todas contra qualquer espécie de prorrogação de pedágios.

Nenhuma outra hipótese senão o fim dos atuais contratos de pedágio

Alceu afirmou que continuará lutando por pedágios comunitários e administrados pelos Coredes. Foto Galileu Oldenburg / Agência ALRS

O Deputado Estadual Alceu Barbosa Velho (PDT), no Espaço de Convergência – Fórum Democrático, da Assembleia Legislativa, durante a reunião Comitê Gaúcho de Controle Social, disse que “parece mentira, mas estamos há 14 anos lidando com a questão dos pedágios. Tudo começou a partir de uma moção que fiz na Câmara de Vereadores de Caxias repudiando a cobrança a partir da praça de Farroupilha”.

Afirmou que “felizmente, o primeiro contrato de pedágio vai terminar em fevereiro de 2013, que é o de Carazinho”. O fundador da Associação dos Usuários de Rodovias Concedidas -Polo de Caxias do Sul (ASSURCON/SERRA), disse que é definitivo e os contratos não prevêem a prorrogação dos polos”. Não entende como um “governo democrático e popular” como o do Estado “pode entrar nesta de pedir uma proposta às concessionárias que,inclusive, alegam hipoteticamente prejuízos astronômicos”. Sustentou que o melhor modelo de pedágio é o comunitário, com a administração dos Conselhos Estaduais de Desenvolvimento Regional (COREDES), que tem competência e estrutura para isso.

A reunião, com a presença da Frente Parlamentar Contra os Pedágios, prefeitos, vereadores, SETCEGS, OAB-RS, Fórum de Coredes, sindicatos, consultores de transporte e entidades, começou com o pronunciamento do ex-Ministro dos Transportes, Cloraldino Severo. Ele afirmou que é preciso estudar as condições individuais de cada rodovia para implantar pedágios e o Estado precisa “se comportar como Estado ouvindo a todos, até o diabo se for o caso, mas ouvindo sociedade.” Disse ter totalmente contrário à renovação dos contratos de pedágio e que estranha eu o governo ainda se preste a ouvir propostas das atuais concessionárias. Pelo menos doze entidades se inscreveram para falar durante a reunião e as manifestações foram todas contra qualquer espécie de prorrogação de pedágios.

É preciso encarar de frente a questão dos pedágios

 O Deputado Alceu Barbosa (PDT), 2º secretário da mesa diretora, faltando 495 dias para o fim dos atuais contratos dos polos de pedágio, alertou em Plenário que a concessionária Univias divulgou uma pesquisa que diz que a maioria esmagadora da população é favorável ao pedágio. “Se a pergunta foi se concordam em baixar os preços e melhorar os serviços, evidente que a resposta foi positiva”, frisou.
Afirmou que as concessionárias reclamam que os contratos de  pedágio dão prejuízo, que o déficit é elevado e, de uma hora para outra, como num passe de mágica, esquecem todos os prejuízos e baixam os preços. Lembrou que o anúncio de baixar o pedágio dos automóveis de passeio de R$ 6,50 para R$ 4,40 não contempla os setores produtivos e que os transportadores de carga pagarão a diferença de 60%.
Alceu disse que o governo acenou com a fazer uma pesquisa de satisfação, com promover mudanças baixando preços e retirar a praça de Farroupilha- Caxias, que aliás é uma promessa de campanha. E, de repente, vem uma concessionária que adota como proposta mais ou menos aquilo que o governo estava dizendo. 
Chamou a atenção: “vejo de parte do governo uma sensação de passividade e não estou gostando do seu comportamento a respeito desta questão dos pedágios. Não vai  renovar, mas vem a concessionária e apresenta uma proposta, que parece uma jogada ensaiada. Parece que estão enrolando nesta questão, pois o Governo não apresenta nada de novo. Só fala não renovar os contratos”, afirmou.
Como na proposta da Univias o polo de Viamão não vai ser mexido, alertou que o que preocupa “ não é só Caxias- essa tenho a  certeza de que vai ser retirada. Não podemos olhar só para nosso umbigo. Há um estado inteiro querendo mudanças. Temos que enfrentar a questão dos pedágios de frente, pois o fim dos atuais contratos é logo ali, em abril de 2013”, ressaltou.
Alceu chamou a atenção para a necessidade do Parlamento estar alerta destacando a posição firme e já reconhecida de alguns parlamentares – os deputados Sossela, Marisa e o  Raul Pont. “Algo precisa  ser feito para enfrentar a questão do pedágio de frente, pois o tempo passa depressa e abril de 2013 já está ai”, concluiu.

Foto: Marcos Eifler | Agência ALRS