Conheça Alceu

ALCEU BARBOSA VELHO DEPUTADO ESTADUAL- PDT

Foi vice-prefeito de Caxias do Sul até assumir como deputado estadual no dia 31 de janeiro de 2011. É, já no primeiro ano do mandato, foi 2º secretário da Mesa Diretora e agora em 2012 é 2º vice-presidente da Assembléia Legislativa. Elegeu-se deputado em 3 de outubro de 2010 43.120 votos.

Nasceu no dia 13 de agosto de 1957, em São José dos Ausentes, então distrito de Bom Jesus. Pai de Eduardo (15) e Marina (18), Alceu é casado com a jornalista Alexandra Della Giustina Baldisserotto.
Foi em Bom Jesus que acostumou-se cedo a “pisar geada fria”, ajudando a família no trabalho de campo e fincando raízes no cultivo da tradição gaúcha.Teve a felicidade de estudar em boas escolas públicas que lhe deram uma sólida formação escolar.
O deputado sempre se remete às origens e aprendeu a valorizar as oportunidades. Com os pais Felicíssimo e Eunira Barbosa Velho, aprendeu a enfrentar as dificuldades com coragem e perseverança.
Adolescente foi morar em Bom Jesus, onde completou os estudos iniciais e, aos 19 anos, mudou-se para Caxias e passou no vestibular para o Curso de Direito da UCS. Enfrentou muitos desafios nos anos seguintes, pois estudava de dia e trabalhava como padeiro e confeiteiro à noite e de madrugada. Foi aprovado no concurso para o Banrisul, onde trabalhou durante dez anos nas funções de conferente e assistente gerencial.
Ao formar-se em Direito começou a atuar como advogado com dedicação e liderança, sendo presidente da Ordem dos Advogados do Brasil/ Subseção Caxias do Sul (OAB/RS) por dois mandatos. Recebeu da instituição medalha Leonardo Macedônia. Também foi professor universitário, juiz leigo do Juizado de Pequenas Causas e presidente do Conselho Municipal de Contribuintes.
No esporte, atuou como vice-presidente jurídico da S.E.R. Caxias e do Vasco da Gama, de Caxias do Sul.
Foi vereador do PDT por dois mandatos em 1996 e 2000. Na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, presidiu a Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final, foi Líder de Governo e teve atuação destacada pela comunidade. Apresentou diversos projetos de lei e outras proposições em defesa de consumidores, portadores de deficiência, pessoas com mais de 60 anos, usuários de pedágios, trabalhadores e aposentados.
Fundou a Associação dos Usuários de Rodovias Pedagiadas (ASSURCON/Serra), da qual foi o primeiro presidente. Participou de inúmeras mobilizações por um modelo de pedágios mais justo e moderno, tanto no Rio Grande do Sul, como em Brasília.
Foi eleito duas vezes (em 2004 e 2008) vice-prefeito de Caxias do Sul com o Prefeito José Ivo Sartori. Desde 2005, auxiliou a administração municipal a implementar projetos inéditos que estão levando Caxias a um nível muito avançado em direção ao desenvolvimento sustentável.
Em seu gabinete na Prefeitura caxiense, trabalhou em sintonia com a equipe de Governo, recebendo pessoas da comunidade, dialogando com representantes dos diversos segmentos e intermediando processos na busca de soluções para todos os setores da administração.
Como vice-prefeito e presidente da Comissão Organizadora da Semana Farroupilha, colaborou para transformar em realidade o sonhado Parque de Rodeios de Caxias, reivindicação de mais de trinta anos dos tradicionalistas da Região. Por duas vezes, representou os tradicionalistas no exterior, uma delas ao lado de Adelar Bertussi, destacado músico e tradicionalista gaúcho.
Na Prefeitura do segundo maior município gaúcho, contribuiu para a realização de obras importantes como novas escolas, creches, postão 24hs, UBSs, viaduto Campo dos Bugres, mais de 100 km de asfalto no interior, Barragem do Marrecas, novo aterro sanitário, coleta mecanizada de lixo, Banco de Alimentos, Programa Troca Solidária, e Memorial Irmãos Bertussi, dentre outras.
Alceu sempre se espelha na figura de Leonel Brizola. “Ele foi um grande visionário porque priorizou a educação acima de tudo e mostrou o quanto ela pode ser determinante na vida das pessoas, exatamente como aconteceu comigo”.
Alceu dedica os momentos de lazer ao cultivo das tradições gaúchas e já conquistou inúmeros troféus em provas campeiras como o tiro de laço.
Foi o segundo candidato mais votado em Caxias do Sul, o segundo maior eleitorado do RS. Foram 33.517 eleitores que apoiaram Alceu em Caxias e os demais nos municípios da região. Alceu anuncia que irá trabalhar, primordialmente, pelos interesses da população dos Campos de Cima da Serra e da Serra gaúcha. “Sou tradicionalista. Vivo nos rodeios, laçando. Participo de CTGs e de eventos de laçadores”, orgulha-se.
Já atua na Assembléia pela criação de escolas de tempo integral. “Temos que implementar isso de uma vez por todas. Educação, para mim, é tudo, e eu não vejo como formarmos uma sociedade melhor senão a partir da educação”, afirma.
Outra questão fundamental é a dos pedágios, que a população não suporta mais. “A questão dos pedágios, com certeza, ajudou no meu trabalho político, já que tudo começou quando fui vereador pela primeira vez em 1997, quando fiz uma moção de repúdio aos pedágios. Na época em que foram instalados os pedágios, já vi que era uma tremenda sacanagem com a população, uma empulhação. E não deu outra! Então eu fiz uma ação judicial e, junto com o Ministério Público, nós fechamos esses pedágios. Fiz uma luta muito grande contra isso. E agora, que esses contratos vão se encerrar em 2013, vou envidar todas as minhas forças para que não se fale em renovação”.
Alceu não aceita novos pedágios na serra. “Admito conversar, discutir, uma possível transformação em pedágios comunitários. Isso tudo bem, mas o modelo atual, nem pensar”, observa.
Outro tema importante é o da agricultura familiar especialmente os setores da uva e do vinho. Ainda existe a questão das queimadas, nos Campos de Cima da Serra, de Lagoa Vermelha até Bom Jesus. “O homem do campo, hoje em dia, vem perdendo campo porque não pode queimar absolutamente nada. Em algumas regiões, se o pequeno produtor não fizer a queima, não há como alimentar o gado. Temos que achar um jeito de flexibilizar essa questão das queimadas. Fazer um estudo. Onde dá para roçar, eu sou parceiro, tem mais é que roçar mesmo. Agora, onde não dá – morro, bico de pedra, caraguatá e outros terrenos assim – temos que achar uma forma do produtor ter autorização para fazer a queima. Com estudos, é claro, não de forma aleatória. Eu quero abrir essa discussão. Do jeito que está, não pode ficar. As pessoas continuam queimando, por uma questão de necessidade, e daí levam multas, às vezes em um valor maior do que o do próprio terreno”, ressalta.

Alceu integra as Comissões de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo e de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia.

4 pensamentos sobre “Conheça Alceu

  1. Dr. Alceu,
    Gostaria de parabenizar pelo seu excelente trabalho, e comentar sobre o assunto queimadas. Concordo com tua posição em todos os sentidos, acredito que precisamos de gente como você, que conhece a realidade do campo, que sabe que nem todos os terrenos são aráveis ou possíveis de se adotar práticas mais “ecologicamente corretas” do que as queimadas.
    Acho muito engraçado quando proibem, mas não disponibilizam técnicas e estrutura para que as pessoas façam as coisas diferentes, apenas dizem que pode ser feito diferente. O nosso pequeno produtor, em especial da região dos campos de cima da serra, o pecuarista, não tem recursos para implantar ferramentas de renovação de pastagem modernas, mas se bem encaminhado, poderia substituir em parte de sua propriedade a queimada por outra forma de custo baixo, porém, é preciso INSTRUIR e não simplesmente multar como acontece atualmente.

  2. Feliz em ler esta notícia e ver que continuas batalhador. Me identifico para te lembrar de mim. : Dalmo Burdin- Fui gerente do Banco América do Sul Hoje aposentado sou advogado miltante em Belo Horizonte. Precisando algo estou por aqui. Prazer em rever ao menos notícias tuas.
    Dalmo Burdin- OAB-MG 80.778B
    31- 3317-3041 9184-3880
    advocaciaburdin@gmail.com

  3. Bom Dia Alceu.
    Sou tua sobrinha, mas voce não me conhece.
    Bricávamos quando pequenos em Bom Jesus.
    Sou filha de Vergilio Barbosa e Moreninha. Depois de morar em Bom jesus fui para Caxias na adolecencia. Depois fui para Porto Alegre onde moro até hoje.
    Também morei na Italia por 9 anos.
    Hoje sou casada e tenho um filho LOurenço Barbosa Sanvicente.
    Na outra eleiçao nós votamos para ti.
    Gostaria muito de te rever com tua familia.
    Quem sabe um dia vou até Caxias com meu marido.
    Te deixo meu telefone 51-96353744
    Fiquei muito feliz por ser eleito. Parabens!
    Na próxima é para Governador e estaremos aqui para fazer campanha.
    Vania Solange Barbosa Germano.
    Meu apelido é Sanny.
    Se me enviar o telefone da Tia Nira eu poderia ligar para ela.

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